
Nos últimos anos, questões sobre o efeito da temperatura no torneamento têm sido cada vez mais frequentes. Afinal, a elevação ou a queda dessa medida pode ser um fator limitante para a atividade da usinagem. Isso porque ela age diretamente na durabilidade e na vida útil das peças, bem como no custo de fabricação como um todo.
Para entender um pouco mais sobre essa questão tão importante na usinagem então, a Erominas preparou um texto completo para você. Acompanhe!
Antes de tudo, é importante lembrar que, durante um processo de usinagem, a maior parte da potência consumida é convertida em calor próximo a área da ferramenta de corte ou torneamento. Ou seja, essa elevação de temperatura acontece naturalmente durante o processo decorrente do próprio atrito.
Esse aquecimento pode variar de acordo com o material da ferramenta e também com a matéria-prima da própria peça. Ele também sofre influência das condições de usinagem e da forma da ferramenta. E ainda questões como velocidade e profundidade também podem interferir na quantidade de calor gerada.
Mas qual então o efeito da temperatura no torneamento e na usinagem como um todo?
Alguns problemas técnicos e econômicos acabam surgindo como uma decorrência desse aumento de temperatura durante o torneamento.
Quando falamos de questões técnicas, o principal problema decorrente dessas variações de temperatura é a durabilidade de peça usinada. Dependendo das propriedades da matéria-prima e das ferramentas de usinagem, esse aumento pode representar queda significativa na qualidade da peça, gerando até deformações e mudança na forma.
Já em relação a parte econômica, o ponto central é que o aumento de temperatura pode impactar as estratégias de melhoria contínua e redução de custos. Como explicamos acima, a variação de valor pode variar conforme a velocidade do processo de usinagem. Ou seja, aumentando-se esse fator, a temperatura também se eleva proporcionalmente.
Mas o fato é que aumentar a velocidade de corte ou torneamento é justamente uma forma de reduzir os custos de usinagem. Essa estratégia então fica limitada por essas variações, para que não prejudique a qualidade final da peça usinada.
A refrigeração, portanto, tornou-se uma solução prática que vem sendo cada vez mais utilizada por empresas de usinagem.
Isso porque o resfriamento das peças, sendo feito de forma estratégia, controlada e programada, acaba por impactar positivamente na vida útil dos materiais que passam pelo torneamento. Além disso, essa técnica pode até atuar de forma preventiva no desgaste do próprio torno, o que impacta, claro, nos custos de produção.
Para setores como o bélico e o aeroespacial, por exemplo, que demandam peças ainda mais especiais, essa técnica é extremamente importante para garantir a qualidade a segurança das peças.
Agora que você entendeu um pouco mais sobre os efeitos da temperatura no torneamento, certamente fica mais fácil compreender a importância de contar com uma empresa de usinagem de qualidade. É ela que vai garantir que essa e todas as outras variáveis sejam controladas de acordo com o seu projeto e a sua necessidade, visando o mais alto índice de qualidade e satisfação.
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